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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Morreu o radialista Azulão, aos 66 anos

O radialista Nelson Antônio Paulista, o Azulão, morreu por volta das 17h45 dessa segunda-feira (12), quando fazia uma caminhada pelas ruas do residencial Caleffi, em São João do Ivaí. Ele estava caminhando com um amigo, quando caiu de repente, sendo vítima de um infarto fulminante. O SAMU foi acionado, mas não havia mais o que fazer. 

Azulão tinha 66 anos. Nasceu em 1954, no município de Bandeirantes-PR. Mudou-se ainda criança para São João do Ivaí, onde cresceu aos lado dos Pais e irmãos na antiga Fazenda Bandeirantes. Quando adolescente, mudou-se para Apucarana, onde iniciou sua vida profissional, trabalhando no varejo. Na década de 1970, começou sua carreira no rádio, fazendo programa no estilo sertanejo.

No final da década de 1970, Azulão retorna para São João do Ivaí para inaugurar a Rádio Educadora, sendo o primeiro locutor contratado pela emissora. Dono de uma oratória invejável e muita irreverência, logo Azulão se tornou um dos profissionais de rádio mais conhecidos e requisitados do Norte do Paraná. No início da década de 1980, a imprensa da época repercutiu o talento e o sucesso do jovem locutor, enaltecendo que o mesmo recebia mais de 1000 cartas de ouvintes por semana. 

Atuou por mais de 33 anos no rádio, sendo que mais da metade desse tempo esteve comandando programas sertanejos na Rádio Educadora, como o matinal Brasil Caboclo e o vespertino Mutirão na Fazenda. Também teve passagens pela Rádio Ubá, de Ivaiporã, e a extinta Rádio Jornal, de Maringá. 

Os fãs do icônico radialista devem lembrar dos personagens que ele imitava em seus programa, como a famosa "Véia". "Era incrivel ver como meu pai se transformava quando entrava no estúdio. A gente via ele entrando sozinho, mas lá dentro do estúdio estavam ele é seus personagens. Ele criava um diálogo entre locutor e personagem, que parecia que havia mais gente ali. Era um grande profissional e sempre gostou de ajudar as pessoas", relembra o filho e jornalista, Herithon Paulista. 

Entre as lembranças que ficam, são os famosos bordões criados como Azulão "Minutão", "fanzococas e fanzoquitas", "Alô meu compadre e minha comadre", dentre inúmeros outros. "Meu pai tinha uma criatividade aguçada, e adorava homenagear as pessoas. Ele fazia mensagens para os ouvintes ao vivo, sem ler absolutamente nada. Nasceu para brilhar e levar alegria para as pessoas. Deixa um vazio enorme em nossos corações", disse o filho, emocionado.

No ano de 2011, acreditou no projeto de seu filho Herithon  Paulista, e ajudou a fundar o extinto jornal Folha do Ivaí, que circulou semanalmente na região até o ano de 2014. "Agradeço a Deus por ter me dado um pai maravilhoso e amigo. Sempre me incentivou e acreditou em meus sonhos. Estava orgulhoso pelo Canal HP e pelas conquistas, sempre me dando força para seguir fazendo o bem. Meu companheiro de palco e da vida. O sonho continua e o seu legado será levado a diante. Seguirei com minha estrela maior me abençoando ao lado de Deus. Te amo, meu eterno pai". 

Trabalhou também como servidor público da prefeitura de São João do Ivaí por mais de 20 anos, grande parte deles na Agência do Trabalhador. No início desse ano, foi nomeado pela atual administração como secretário de Indústria, Comércio e Trabalho. 

Azulão deixa dois filhos, Herithon e Herik, e uma neta, Maria Júlia. 

VELÓRIO  E SEPULTAMENTO 

O Plano Aliança informa que o velório ocorrerá na Câmara Municipal, a partir das 8h00 (manhã) dessa terça-feira (13). O sepultamento está marcado para às 11hrs, logo após a cerimônia na Igreja Matriz. As pessoas são orientadas a participar do velório usando máscara e evitando contato físico com familiares e qualquer pessoa presente, como forma de prevenção contra o CoronaVírus. 


SÃO JOÃO DO IVAÍ

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SÃO PEDRO DO IVAÍ

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LUNARDELLI

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