A Câmara Municipal de São João do Ivaí aprovou, em sessão extraordinária realizada na tarde desta quarta-feira (20), as contas referentes ao exercício financeiro de 2024 da ex-prefeita Carla Suzi Emerenciano. A votação contou com oito votos favoráveis pela aprovação. A vereadora Néia Knupp não compareceu à sessão.
As contas já haviam recebido parecer favorável com ressalvas do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), passando posteriormente pela análise e apreciação do Poder Legislativo Municipal, conforme prevê a legislação.
Com a aprovação pelo plenário da Câmara, Carla Emerenciano encerra o ciclo administrativo de seus quatro anos de mandato com todas as contas aprovadas, consolidando a regularidade fiscal e administrativa da gestão perante os órgãos de controle e fiscalização.
O julgamento das contas anuais pelo Legislativo é uma etapa prevista na Constituição e na legislação municipal, cabendo aos vereadores analisar o parecer técnico emitido pelo Tribunal de Contas antes da votação final em plenário.
Em contato com a reportagem do Canal HP, a ex-prefeita destacou que a sua gestão sempre teve como base a transparência e a responsabilidade com os recursos públicos. “Assim como em todo mandato, nosso trabalho foi pautado em transparência das contas públicas. Alcançamos o 9º lugar em transparência no ranking dos 399 municípios do Estado do Paraná. E isso demonstra lisura e respeito à nossa população, investindo dinheiro público onde a população mais precisa, saúde, assistência, infraestrutura rural e urbana”, declarou Carla Emerenciano.
A ex-prefeita também ressaltou obras consideradas históricas para o município durante sua administração. “Deixamos um marco na história do nosso município, que foi 80% das estradas rurais adequadas e asfalto em várias ruas dos três distritos”, completou.
A aprovação das contas representa o reconhecimento formal da conformidade da gestão fiscal do exercício de 2024, observando os princípios de legalidade, transparência e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos. A reprovação das contas de um gestor público acarreta sanções em várias esferas. As consequências dependem da gravidade das irregularidades, podendo incluir multas, obrigação de devolver dinheiro aos cofres públicos, perda de cargo, inelegibilidade por 8 anos e processos judiciais.



