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terça-feira, 21 de junho de 2022

Promotor de Justiça de Ivaiporã sofre acusações e acaba detido em Maceió




Um promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná foi detido na AL-101 Sul, em Marechal Deodoro, acusado de embriaguez ao volante após suspostamente dar calote em um bar que fica localizado na Praia do Francês. A ocorrência aconteceu do domingo (12).

De acordo com informações apuradas pelo repórter Hélio Góes, da Rádio Pajuçara FM, a denúncia feita pelo dono do bar levou policiais militares até a região. Eles foram informados de que o promotor havia ingerido bebida alcoólica e consumido comidas no estabelecimento, porém teria saído sem pagar a conta. 


A PM realizou buscas e encontrou o homem de 48 anos, próximo ao trevo do Polo Industrial da cidade. 


O promotor estava aparentemente embriagado e disse que havia quitado a conta e que estava indo buscar a esposa no Aeroporto Zumbi dos Palmares, em Rio Largo, para passar o Dia dos Namorados. O proprietário do bar afirmou que ainda não foi ressarcido.


O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) confirmou a abordagem ao promotor e afirmou que ele foi encontrado fora do veículo, um Renault Logan, às margens da rodovia, gesticulando bastante e apresentando sinais de embriaguez. 


O BPRV também disse que, após se negar a realizar o exame de alcoolemia, o condutor foi instruído sobre o procedimento de trânsito adotado e levado para a delegacia no interior da viatura, onde foi adotado todos os procedimentos cabíveis. Ele não foi algemado.



O promotor foi conduzido até a Central de Flagrantes, onde foi ouvido pela Polícia Civil, e em seguida foi liberado após pagamento de fiança de valor não divulgado. O Canal HP recebeu informações que o promotor atua há muitos anos no município de Ivaiporã, onde reside. 


Defesa do promotor 


Circula nas redes sociais uma nota que teria sido divulgada pelo promotor acusado. Veja a íntegra: 


Olá amigos

Quanto a matéria que corre a boca miúda sobre um promotor do Paraná, o personagem era eu. Não esclareci antes, pois não adianta a gente fazer as coisas de cabeça quente. 


A matéria veiculada é inverídica e claro que avaliaremos a forma como tentaremos reparar esse dano, se é que há reparação.


Pois bem, no dia em questão fui ao restaurante na praia, não consumi bebida alcoólica (já tem depoimento da dona do restaurante e do garçom) e no momento do pagamento da conta,  a compra foi aprovada, recebi a notícia no SMS e não peguei minha via.


Quando eu estava me levantando para ir embora, chegou nervoso o dono do restaurante dizendo que o pagamento não havia sido processado. Então, eu discordei e juntos entramos no aplicativo do banco e a compra aparecia como aprovada e paga (domingo, entre 15:20 e 15:30).


Mesmo assim o dono do estabelecimento queria receber a conta novamente e eu disse que não pagaria duas vezes. Ele então disse que chamaria a polícia e eu disse que tudo bem então.


Fiquei quase meia hora esperando a polícia chegar e nada. Então falei para o dono do restaurante que iria embora. Ele insistiu para que eu pagasse de novo a conta.


Então, concordei em passar novamente o cartão na mesma máquina e no mesmo valor, o que foi feito, e de pronto apareceu um código de erro de pagamento em duplicidade (não passa duas vezes seguidas pagamento do mesmo valor no mesmo cartão).


Nisso, ficou claro para todo mundo que eu já havia pago. Mesmo assim, eu disse ao proprietário que ficaria em Maceió até quarta feira, e que estava hospedado ali por perto e que se no dia seguinte eu percebesse algum estorno, eu mesmo procuraria o estabelecimento e resolveríamos.


Até então não me identifiquei como promotor nem nada. Pensei que estava tudo certo e fui embora. Passado uns 2km chegou uma viatura da PM e deu voz de abordagem e parada, e parei de imediato. Chegaram os 4 mirando pistola na minha cabeça, determinando que eu saísse do carro. Tive que ter muita calma para não tomar um tiro ali. Era por volta de 16:10.


Então me identifiquei e eles diminuíram o tom, mas afirmavam que eu havia dado um calote no restaurante, mas fui conversando e consegui demonstrar que a conta estava paga. Isso durou uma meia hora.


Quando tudo parecia estar esclarecido, eu questionei aos policiais se tomariam alguma providência contra o dono do restaurante por falsa comunicação de crime, calúnia ou qualquer outra situação, pois eu me senti constrangido com a situação.


O policial se ofendeu e disse que eu estava insinuando que ele estava prevaricando e eu disse que apenas estava indignado de passar por aquela situação sem ter feito nada de errado, foi quando então ele perguntou se eu estava alterado porque tinha bebido. Eu disse que não, e então ele disse que eu estava com odor etílico e que eu teria que soprar um etilômetro. Eu disse a ele que era engraçado que fiquei uma hora conversando com ele antes e não tinha odor etílico e de repente comecei a ter, e disse que não iria soprar o bafômetro, pois primeiro não tinha sido abordado por estar dirigindo de maneira descuidada e segundo porque percebi que eles, policiais, não estavam bem intencionados. Creio que é normal e esperado alguém demonstrar indignação tendo provas de que a situação era injusta. 


Nessa altura já era quase uma hora de duração de abordagem (17 horas) e começou a chegar viatura que não acabava mais, e procurei manter a calma. Fizeram de tudo pra eu perder a calma. Ficaram comigo até 20 horas aproximadamente na beira da estrada, sem se definir nada, até que noticiaram que eu estava sendo autuado por embriaguez ao volante e  me levaram até a central de flagrante.


Mantive a calma, por mais que quisesse chorar, gritar, explodir, etc. 


Solicitei que chamassem a PGJ local e rapidamente o procurador geral e o chefe de gabinete chegaram lá.


Na depol, eu disse que sopraria o etilômetro desde que se o resultado desse negativo devolveriam minha CNH e cancelariam a autuação, porém o agente autuador disse que não seria mais possível devolver meu documento. Então não soprei, mas me propus...


Na ocasião, a dona do restaurante foi ouvida e acabou assumindo que a conta foi paga. O pessoal da PGJ daqui me deu todo o suporte e viram que a situação era absurda. Já no dia seguinte peguei o carro e a CNH de volta.


Tomei hoje conhecimento de que A PGJ de Alagoas fez as comunicações a nossa PGJ e inclusive destacou que em contato pessoal com a gente na central de flagrantes eu me mostrei tranquilo e sem sinais de embriaguez.


Hoje já foi  declarado pelo garçom do estabelecimento que eu não consumi bebida alcoólica nas quase 3 horas que lá estive e tão pouco tiver qualquer sinal de embriaguez naquele dia.


Aos poucos as coisas vão se resolvendo. Sei que por algum tempo serei alvo de comentários maldosos e preconceituosos, até porque sei que a vida, as pessoas são assim. Jamais um esclarecimento dos fatos têm o mesmo destaque de uma desgraça. Mas vamos lá.


Estou fazendo minha parte para evitar que comentários maldosos existam e persistam,  pois tenho convicção que alguns já sabem que sou o personagem dessa lamentável situação. O que talvez não soubessem era a versão nossa, que ora só compartilho porque tenho em mãos documentos que dão guarida e sustentava ao que vos falo.


A reportagem tentou contato com o promotor de justiça para complementar informações, mas não conseguiu até a publicação da reportagem. 


Informações são da Tim News com redação. 

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