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quinta-feira, 19 de março de 2026

Fatec Ivaiporã realiza aula magna de Fisioterapia com foco em cefaleias e DTM






A Fatec Ivaiporã promoveu, no dia 18 de março, a aula magna do curso de Fisioterapia, reunindo acadêmicos e professores para discutir o tema “Fisioterapia nas Cefaleias e DTM: uma abordagem osteopática”.

A palestra foi conduzida pela fisioterapeuta osteopata e mestre em Ciências da Reabilitação, Maria Carolina Carvalho, a convite do coordenador do curso, José Henrique Cid de Brito. O objetivo foi aproximar os estudantes da prática profissional e aprofundar o debate sobre dores crônicas que impactam a qualidade de vida dos pacientes.


Durante a apresentação, a palestrante destacou que o tratamento fisioterapêutico em casos de cefaleia e Disfunção Temporomandibular (DTM) vai além do alívio imediato da dor. Segundo ela, sintomas como dores frequentes na cabeça, tensão cervical, estalos na mandíbula, limitação da abertura bucal e desconforto ao mastigar indicam a necessidade de avaliação especializada.

Abordagem osteopática

Maria Carolina explicou que a osteopatia se diferencia por buscar a causa do problema, e não apenas tratar os sintomas.

“O corpo funciona como uma engrenagem. Quando uma parte entra em disfunção, outras estruturas passam a compensar, gerando tensões e dor”, afirmou.


Ela também ressaltou a importância de considerar fatores como aspectos emocionais, hábitos de vida, condições de trabalho e acesso à saúde, defendendo uma visão biopsicossocial e cultural no atendimento ao paciente.


Outro ponto destacado foi a necessidade de atuação multidisciplinar, envolvendo fisioterapeutas, odontólogos e psicólogos, especialmente em casos de dores crônicas relacionadas à DTM.


Atenção à população idosa



Com base em dados do IBGE, a palestrante destacou o crescimento da população com 60 anos ou mais, que passou de 22 milhões para 34,1 milhões entre 2012 e 2024.


Segundo ela, o atendimento ao idoso exige preparo específico, considerando fatores como perda de massa óssea, redução da mobilidade e alterações fisiológicas.



Formação profissional



Ao encerrar a aula magna, Maria Carolina reforçou a importância do estudo contínuo na área.


“Quanto mais o aluno estuda, mais percebe que precisa estudar. É necessário interpretar o paciente e buscar a causa das disfunções, e não apenas tratar a dor”, concluiu.


O coordenador José Henrique Cid de Brito agradeceu a participação da palestrante e destacou a relevância da atividade para a formação dos acadêmicos.


Fonte: Lúcia Lima – jornalista

Edição: Canal HP


 

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