De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo foi localizado na Colônia Dulcio, a aproximadamente 350 metros da residência onde a vítima morava. A localização ocorreu durante um trabalho de pulverização na lavoura. Segundo a corporação, a vegetação densa e as características do terreno dificultaram a visualização do corpo durante as buscas iniciais, mesmo com a proximidade da casa.
As buscas mobilizaram equipes especializadas, com uso de drones, cães farejadores e apoio aéreo. Ao longo de 13 dias, foram percorridos mais de 800 quilômetros em varreduras pela região.
Familiares informaram que Emília era diagnosticada com Alzheimer, doença que compromete a memória e a orientação espacial. Em 2025, ela já havia desaparecido anteriormente e foi encontrada com vida em uma lavoura a cerca de dois quilômetros da residência.
Segundo os bombeiros, nesta ocorrência a idosa seguiu uma direção diferente da habitual, o que dificultou a delimitação da área de buscas.
Emília Anzolin deixa cinco filhos, cinco netos e um bisneto. Até o fechamento desta matéria, não havia informações confirmadas sobre velório e sepultamento.


