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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

CNT divulga guia de segurança nas estradas e aponta qual é a “rodovia da morte” no Paraná



A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou nesta quarta-feira (11) o Guia CNT de Segurança nas Rodovias Brasileiras 2026, com dados referentes aos 12 meses de 2025. O levantamento revela um cenário preocupante nas estradas federais do Paraná, colocando a BR-277 como a rodovia mais crítica do Estado, tanto em número de acidentes quanto em fatalidades.



Paraná soma 7,6 mil acidentes e 592 mortes



De acordo com o estudo, o Paraná registrou 7.616 acidentes em rodovias federais ao longo de 2025. As ocorrências deixaram 8.525 pessoas feridas e provocaram 592 mortes.


A média estadual é alarmante: a cada 100 acidentes, cerca de 8 resultaram em morte, evidenciando o alto grau de letalidade nas estradas que cortam o Estado.





BR-277 concentra mais de um quarto dos acidentes



Sozinha, a BR-277 respondeu por 2.155 acidentes, o que representa 28,3% do total registrado no Paraná. Em relação às mortes, foram 152 óbitos, equivalentes a 25,7% das vidas perdidas nas rodovias federais paranaenses.


O estudo também identificou os 10 quilômetros mais perigosos do Estado. O trecho entre o km 0 e o km 10 da BR-277 aparece como o mais crítico, com 214 acidentes e 9 mortes em apenas um ano.





Outros trechos críticos no Paraná



Além da BR-277, a CNT destacou outros pontos de atenção máxima:


  • BR-116 (km 110 ao 120): 189 acidentes e 6 mortes
  • BR-376 (km 600 ao 610): 76 acidentes e 9 mortes



No caso da BR-376, especialmente nos trechos de serra, a combinação entre pista sinuosa, alto fluxo de veículos pesados e falhas humanas aumenta significativamente o risco de tragédias.





Fator humano lidera causas de acidentes



O levantamento mostra que a principal causa de acidentes foi a reação tardia ou ineficiente do condutor, responsável por 1.331 ocorrências (17,5%).


A colisão é o tipo mais frequente, representando 61% dos acidentes registrados.


Entretanto, quando se analisa apenas os casos fatais, a imprudência grave se destaca:


  • Transitar na contramão foi a principal causa de mortes, com 92 óbitos (15,5%)
  • Atropelamentos, apesar de representarem apenas 4,4% dos acidentes, foram responsáveis por 16% das mortes, mostrando alta letalidade






Mais da metade da malha apresenta problemas



Além do comportamento dos motoristas, a infraestrutura também preocupa. A pesquisa apontou que 51,4% da extensão das rodovias avaliadas no Paraná apresenta algum tipo de problema.


Foram identificados 16 pontos críticos no Estado. Entre os trechos com classificação geral “Regular”, destacam-se segmentos das rodovias:







Alerta para quem vai pegar a estrada em 2026



Para os motoristas que pretendem viajar neste início de 2026, os dados da CNT deixam um recado claro: a atenção deve ser redobrada, especialmente na BR-277 e nos trechos de serra da BR-376.


A soma de infraestrutura deficiente com falhas humanas cria uma combinação perigosa. Reduzir a velocidade, respeitar a sinalização e evitar ultrapassagens arriscadas continuam sendo atitudes fundamentais para preservar vidas nas estradas paranaenses.


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GODOY MOREIRA