A medida ocorre em meio à redução no consumo de cerveja, cenário associado ao aumento dos preços e também à mudança no comportamento dos consumidores, que têm diminuído a ingestão de bebidas alcoólicas. A retração não atinge apenas a Heineken, mas também outras grandes empresas do setor.
Segundo dados divulgados pela companhia, em 2025 o volume de vendas de cerveja registrou queda de 2,4%. Embora o resultado tenha sido ligeiramente melhor do que o previsto por analistas, o desempenho ainda é considerado negativo e levou a empresa a adotar medidas para reduzir custos operacionais.
A Heineken, que é responsável por marcas conhecidas como Heineken, Amstel e Tecate, também passa por mudanças administrativas. O atual diretor executivo, Dolf van den Brink, deixará o cargo em maio, e a empresa já trata como prioridade a definição de um sucessor.
Apesar do cenário de desaceleração nos principais mercados, como Estados Unidos e Europa, a companhia afirma manter expectativa positiva para recuperação gradual do setor. Para 2026, a projeção é de crescimento do lucro operacional entre 2% e 6%, após alta de 4,4% registrada em 2025. Após o anúncio das demissões, as ações da empresa apresentaram valorização na Bolsa de Amsterdã.
Fonte: aRede
Edição: Canal HP


