Segundo o prefeito Givanildo Lopes (União), a nova praça, localizada nas proximidades do Restaurante Bambu, estaria dividindo a cidade e isolando o bairro Serra do Cadeado. O gestor afirma que o problema se agrava pela existência de outra praça no quilômetro 2, sentido Londrina, também pertencente à área do município.
De acordo com o prefeito, mais de 100 famílias que vivem na Serra do Cadeado precisam pagar tarifa para acessar serviços básicos da cidade. “O pedágio foi colocado exatamente dividindo o município ao meio. Tenho mais de 100 famílias na Serra do Cadeado que, para usar o posto de saúde municipal, o mercado ou uma farmácia, terão que pagar uma tarifa cheia de aproximadamente R$ 11 ou R$ 12”, declarou.
O impacto também atinge trabalhadores de cidades vizinhas, como Faxinal, que utilizam o trecho para se deslocar até centros maiores, como Apucarana e Londrina.
A administração municipal busca apoio da Assembleia Legislativa do Paraná e do Governo Federal para discutir a realocação da praça. Como exemplo, o prefeito citou o caso de Rolândia, onde uma estrutura semelhante foi transferida para não prejudicar a mobilidade urbana.
Em apelo às autoridades, o gestor destacou que o direito de ir e vir da população pode estar sendo prejudicado. “Estamos pedindo que tenham misericórdia do povo de Mauá da Serra. Se der para realocar, ok; se der para retirar, melhor ainda; ou se der para isentar a população, para que não tenham seu direito cerceado”, afirmou.
A prefeitura informou que deve encaminhar ofício à Polícia Rodoviária Federal comunicando a realização da manifestação e seguirá buscando uma solução técnica para evitar o isolamento do bairro Serra do Cadeado.
Edição: Canal HP


