
O policial é natural de Foz do Iguaçu e, conforme registros oficiais, permanece ativo na corporação. Após a prisão, ele foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar do Paraná.
De acordo com as investigações, os crimes teriam ocorrido em um imóvel no Residencial Alvaluz. O suspeito teria ido a Goiás para realizar exames médicos no braço e, durante a estadia, passou a restringir a liberdade da vítima, impedindo-a de utilizar telefone celular ou deixar a residência.
A mulher conseguiu fugir no domingo (1º), após convencer o agressor a permitir que ela saísse para comprar alimentos. Como o suspeito havia retido o celular da vítima, ela buscou ajuda na casa do filho, que acionou a polícia.
Informações do Portal da Transparparência indicam que o policial continua vinculado à Polícia Militar do Paraná. A Corregedoria foi acionada para esclarecer se houve abertura de procedimento administrativo, mas não havia se manifestado até o fechamento desta matéria. A defesa do investigado não foi localizada.

