A manifestação, inicialmente prevista para ocorrer nesta quarta-feira (18) na rodovia, foi transferida para a praça central da cidade após a notificação judicial. De acordo com o prefeito, a concessionária apresentou documentos que resultaram na abertura do processo e na aplicação de uma multa de R$ 5 mil por hora, sob alegação de que o ato poderia resultar em interdição da rodovia e depredação de patrimônio.
Givanildo Lopes negou qualquer intenção de vandalismo e afirmou que a mobilização sempre teve caráter pacífico. “A concessionária me processou por causa do ato, mesmo sendo pacífico. Foi feita uma denúncia anônima de que a gente iria depredar tudo e interditar a rodovia, coisa que da minha parte nunca falei e não deixaria acontecer”, declarou.
Diante da decisão judicial, o prefeito informou que o protesto será realizado na praça central, com coleta de assinaturas da população para encaminhamento à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Vamos fazer uma ata e coletar assinaturas de todos que puderem participar, para levarmos às autoridades competentes”, explicou.
O gestor também destacou que o projeto de implantação do pedágio foi aprovado em 2021, antes do início de seu mandato, e que a mobilização busca registrar a insatisfação da população com a cobrança. “Não fui eu que trouxe o pedágio para Mauá da Serra. Isso foi aprovado quando eu ainda não era prefeito. Estamos tentando encontrar uma solução”, afirmou.
Fonte: TNOnline | Edição: Canal HP



