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sexta-feira, 27 de março de 2026

Caso que abalou Godoy Moreira avança com prisões e aumenta expectativa por justiça



A deflagração da Operação Ponto Cego, na manhã desta sexta-feira (27), trouxe um novo capítulo — e também esperança — para o caso que abalou familiares e amigos do policial civil aposentado Sandro Carlos da Rocha, natural de Godoy Moreira, morto após uma abordagem policial em Céu Azul, no oeste do Paraná.

Desde a morte, registrada no dia 24 de fevereiro de 2026, a família vivia momentos de angústia, cobrando esclarecimentos e justiça. Agora, com a prisão de dois policiais militares suspeitos de envolvimento direto no caso, surge um sentimento de alívio e a expectativa de que o crime não fique impune.


A operação foi realizada pelo Núcleo Regional de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, com prazo inicial de 30 dias, além de seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e Medianeira.


Além dos dois policiais presos, outros dois também são investigados por possível participação na tentativa de encobrir o caso. Eles foram afastados administrativamente das funções, e o Ministério Público solicitou o afastamento judicial.


Segundo as investigações, Sandro foi baleado após uma perseguição realizada por uma equipe da ROTAM, nas proximidades da BR-277. Na versão inicial apresentada pelos policiais, o motociclista teria desobedecido à ordem de parada e colocado em risco a equipe durante a fuga.

No entanto, o avanço das apurações aponta para uma possível mudança na cena do crime. De acordo com o Gaeco, há indícios de que estojos de munição foram recolhidos do local e que um equipamento de gravação (DVR), que poderia conter imagens da ocorrência, foi retirado, possivelmente para dificultar a investigação.


A suspeita é de que um boletim de ocorrência tenha sido elaborado com informações falsas, o que levou à inclusão de crimes como fraude processual e falsidade ideológica, além do homicídio qualificado.


Durante o cumprimento dos mandados, um dos policiais presos chegou a quebrar o próprio celular no momento da apreensão, atitude que também será investigada como tentativa de obstrução.


Em nota, a Polícia Militar do Paraná informou que instaurou procedimento administrativo para apurar os fatos e destacou que não compactua com desvios de conduta. A corporação afirmou ainda que garante aos envolvidos o direito ao contraditório e à ampla defesa, reforçando o compromisso com a legalidade e a transparência.


O caso segue sob investigação e, segundo o Ministério Público, caso seja confirmada a prática de homicídio, os policiais deverão responder perante o Tribunal do Júri.



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