ECONOMIA SEMPRE PERTO DE VOCÊ!

CONSTRUIR OU REFORMAR? ESSE É O LUGAR...


sábado, 28 de março de 2026

Coveiro relata encontro misterioso com duas “almas” em cemitério de São Pedro do Ivaí





Um relato intrigante, cercado de mistério e fé, chamou a atenção no Cemitério Municipal de São Pedro do Ivaí. O protagonista da história é o coveiro Dorvalino de Oliveira, que trabalha no local há nove anos e afirma ter vivido uma experiência incomum há cerca de sete anos.


Segundo Dorvalino, tudo aconteceu no fim de um dia comum de trabalho. Por volta das 18h, após realizar a limpeza do cemitério, ele se preparava para fechar o portão quando percebeu algo estranho próximo ao cruzeiro. “Eu puxei uma banda do portão e vi duas mulheres, uma de cada lado do cruzeiro, conversando. As duas estavam de roupa branca e saia azul clara, com cabelo comprido”, contou.


Sem imaginar o que viria a seguir, o coveiro decidiu retornar ao interior do cemitério para avisar que iria fechar o local. “Eu fui até elas e falei: ‘Vocês vão sair? Já vou fechar o portão’. Elas não olharam pra mim, ficaram de costas. Só uma fez um sinal com a cabeça, como dizendo que iam sair pelos fundos”, relembrou.


No entanto, ao retornar ao portão para trancá-lo, Dorvalino percebeu algo ainda mais assustador. “Uma saiu pra um lado, a outra pra outro. Quando voltei pra ver se já tinham saído, não tinha mais ninguém. Só vi como se fosse um vento branco, uma fumaça, perto de uma árvore. Sumiu ali”, disse.


O susto foi imediato. “Meu cabelo arrepiou. Na hora eu pensei: ‘isso não é pra mim’. Fechei o portão correndo e fui embora”, afirmou.


No dia seguinte, já mais calmo, Dorvalino contou o ocorrido à esposa, que o orientou a acender velas pelas almas no cemitério. Ele seguiu o conselho e acredita que, desde então, nunca mais presenciou algo semelhante. “Depois disso, nunca mais vi nada igual. Fui até os túmulos e reconheci as fotos das mulheres. Parecia que elas estavam pedindo oração mesmo”, relatou.


Apesar do episódio marcante, o coveiro diz que não sente medo de trabalhar no local e encara a situação com tranquilidade. “Não tenho medo, não. A gente que trabalha aqui vai se acostumando. Às vezes, quando estou sozinho, ainda caem umas pedrinhas nas costas, do nada. Mas eu penso que é só pra avisar, pra gente ficar atento”, comentou.


Dorvalino também afirma que a experiência contribuiu para uma mudança em sua vida pessoal. “Depois disso, me aproximei mais de Deus. Parei de beber e segui mais firme na religião. Hoje estou em paz”, destacou.


Mesmo sem acreditar em “fantasmas”, ele admite que aquele dia foi diferente de tudo o que já viveu. “Foi a primeira vez que vi uma coisa assim. Nunca tinha visto antes”, afirma.


A história reforça o imaginário popular que envolve cemitérios e experiências inexplicáveis, mas também traz uma reflexão deixada pelo próprio coveiro. “Quem já partiu não faz mal pra ninguém. A gente tem que ter cuidado é com quem está vivo”.


E você, já viveu ou conhece alguma história misteriosa?


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO DE WHATSAPP DO CANAL HP

SÃO PEDRO DO IVAÍ

SÃO JOÃO DO IVAÍ

GODOY MOREIRA

FAXINAL

FAXINAL