Segundo as investigações, Maria Fesianov teria atacado o companheiro durante a madrugada, logo após ele retornar do trabalho.
Em depoimento à polícia, a mulher confessou o crime e afirmou que agiu após anos sofrendo violência doméstica, alegando que acreditava ser “a única saída”.
De acordo com relatos de uma vizinha, Maria foi vista pouco depois do crime caminhando pela rua com o corpo coberto de sangue. Ainda conforme o testemunho, ela teria admitido o homicídio e levado a testemunha até a residência.
No imóvel, a vizinha encontrou o corpo mutilado e percebeu que a vítima havia sido decapitada. Questionada sobre a cabeça, Maria teria informado que ela estava guardada em um saco.
A investigação aponta ainda que a mulher confessou ter cortado os órgãos genitais do marido e jogado as partes para os cães da família.
A polícia foi acionada e realizou a prisão da suspeita ainda no local. Ela responde por homicídio e pode pegar até 15 anos de prisão caso seja condenada.
Durante o julgamento, moradores relataram episódios frequentes de agressões cometidas pelo homem contra a esposa. Em um dos relatos apresentados, o marido teria perseguido Maria com um machado.
Apesar das denúncias informais feitas por vizinhos, a mulher nunca procurou oficialmente as autoridades.
O filho do casal, Viktor Fesianov, afirmou em entrevista ao jornal britânico Daily Star que sabia das agressões sofridas pela mãe, mas disse não conseguir perdoá-la pelo crime.

