A família suspeita que o quadro possa estar relacionado ao uso de um detergente da marca Ypê pertencente ao lote suspenso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária por risco de contaminação por microorganismos.
A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte confirmou que o caso está sendo investigado pela vigilância epidemiológica.
Segundo familiares, os sintomas começaram há cerca de uma semana.
O padrinho da menina, Alisson da Silva, relatou que ela inicialmente apresentou coceira e, posteriormente, passou a ter dificuldades para respirar e até para andar.
Após a divulgação da suspensão dos produtos do lote terminado em “1” da marca Ypê, a família passou a relacionar o caso ao detergente utilizado na residência.
“Ela começou a apresentar intoxicação. Quando vimos a publicação da Anvisa falando sobre bactéria no produto e percebemos que ela havia usado o detergente, passamos a suspeitar”, afirmou o padrinho.
De acordo com os familiares, a criança precisou passar por diversos atendimentos médicos antes de ser internada na Unidade de Pronto Atendimento de Pajuçara, na Zona Norte da capital potiguar.
Na tarde desta quarta-feira (13), ela foi transferida para o Hospital Infantil Varela Santiago.
Segundo a mãe da menina, o estado de saúde dela é estável e a criança voltou a conseguir andar.
A família informou ainda que os médicos identificaram uma infecção bacteriana, mas a relação direta com o detergente ainda será investigada pelas autoridades de saúde.
Texto e foto: reprodução/g1, com edição Canal HP

