ECONOMIA SEMPRE PERTO DE VOCÊ!

CONSTRUIR OU REFORMAR? ESSE É O LUGAR...


quinta-feira, 5 de março de 2026

Guerra no Oriente Médio provoca alta no preço de combustíveis no Paraná



A escalada do conflito no Oriente Médio já começa a impactar diretamente o bolso dos consumidores paranaenses. Nesta quinta-feira (5), distribuidoras de combustíveis iniciaram o repasse de aumentos expressivos aos postos em todo o Paraná, elevando os preços da gasolina e do diesel.

De acordo com representantes do setor, as empresas justificam o reajuste com base na utilização de combustíveis importados em seus estoques e também na alta das cotações no mercado internacional. Com isso, os aumentos têm sido repassados de forma consecutiva aos postos de abastecimento.


No Brasil, os postos são obrigados a comprar gasolina e diesel diretamente das distribuidoras, o que faz com que a velocidade e a dimensão dos reajustes dependam dessas empresas, limitando a capacidade dos revendedores de segurar ou adiar o aumento ao consumidor final.


Segundo o Paranapetro, entidade que representa os postos de combustíveis no Paraná, as distribuidoras costumam agir rapidamente quando há aumento de preços. Já quando ocorre queda no valor do combustível no mercado, o repasse aos postos costuma demorar mais ou não acontece integralmente, situação que, conforme a entidade, é recorrente no setor.

Entre as principais distribuidoras do país estão a Vibra Energia, a Ipiranga e a Shell, empresas representadas pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Juntas, elas concentram cerca de 80% do mercado nacional de distribuição de combustíveis.


O IBP também alerta que o agravamento do conflito no Oriente Médio pode provocar impactos relevantes no mercado global de petróleo e gás. Um dos principais pontos de preocupação é o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa aproximadamente 25% de todo o petróleo exportado no mundo, além de grandes volumes de gás natural provenientes de países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Omã.


Caso ocorram bloqueios ou ataques à infraestrutura da região, o fornecimento global pode sofrer interrupções significativas, afetando especialmente grandes economias asiáticas, como China, Índia e Japão.

Especialistas avaliam que, se as tensões persistirem, a tendência é de aumento da pressão sobre os preços internacionais do petróleo e do gás natural, o que pode resultar em novos reajustes nos combustíveis no Brasil nas próximas semanas.


Informações da RIC com edição do Canal HP


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO DE WHATSAPP DO CANAL HP

SÃO PEDRO DO IVAÍ

SÃO JOÃO DO IVAÍ

GODOY MOREIRA