O caso aconteceu cerca de dois meses antes da morte da juíza Mariana Francisco Ferreira, que também faleceu após se submeter a um procedimento semelhante de retirada de óvulos em Mogi das Cruzes.
O viúvo de Gabriela, o médico-cirurgião Samuel Ricardo Batista Moura, afirma suspeitar de possível imperícia no atendimento prestado à esposa e aponta supostas falhas na condução anestésica realizada pelo médico Néstor Daniel Turner.
Segundo relatos da família, Gabriela buscava o tratamento com o sonho de engravidar, mas acabou saindo da clínica em estado grave após o procedimento.
Representados pelo advogado Yuri Felix, os familiares também questionam a demora na conclusão do laudo do Instituto Médico-Legal (IML), que deverá apontar oficialmente a causa da morte.
Samuel afirmou que a esposa entrou saudável na clínica para um procedimento considerado de baixa complexidade e sustenta que houve falhas técnicas durante o atendimento.
“A morte poderia ter sido evitada”, declarou o médico.
O caso segue sendo investigado pelas autoridades.

