Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a jovem solicitou uma corrida da casa de um amigo até a própria residência. Durante o trajeto, o motorista teria feito comentários impróprios.
Ao chegar ao destino, o condutor teria encerrado a corrida no aplicativo, seguido até uma rua próxima e travado as portas do veículo.
Em depoimento, a passageira relatou que pediu para sair do carro, mas teve o pedido negado e foi vítima de violência sexual. Ela conseguiu deixar o automóvel depois que o motorista retornou à frente da residência e destravou as portas.
Após a denúncia, equipes da Polícia Militar localizaram o suspeito dentro do mesmo veículo, na região central da cidade. Ele negou o crime e afirmou que a relação teria ocorrido de forma consensual.
Conforme a apuração policial, o homem já responde a outros quatro processos relacionados a crimes de violência de gênero, que tramitam sob segredo de Justiça.
Em nota, a Uber afirmou que considera inaceitável qualquer tipo de conduta sexual imprópria e informou que está verificando o caso. A empresa declarou ainda que oferecerá suporte à passageira e permanecerá à disposição das autoridades para colaborar com a investigação.
O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil.
Fonte: TNOnline e Polícia Militar
Edição: Canal HP

