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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Rodada de Negócios premia projetos com potencial de mercado na Fatec Ivaiporã


A Fatec Ivaiporã realizou, nos dias 29 e 30 de junho, a 1ª Rodada de Negócios, encerrando a 3ª Mostra de Projetos Integradores (Mopi). A iniciativa teve como objetivo transformar projetos acadêmicos em oportunidades de negócio e aproximar os estudantes da realidade do mercado.

Diferente da Mopi, a Rodada de Negócios desafiou os acadêmicos a defenderem suas propostas sob a ótica do empreendedorismo. Entre os critérios avaliados estiveram inovação, sustentabilidade, viabilidade, impacto regional e possibilidade de inserção no mercado.

A comissão avaliadora foi composta pelo diretor-geral da Fatec Ivaiporã, Fábio Costa; pelo secretário municipal de Indústria e Comércio, Helinho Lins; pelo presidente da Agência de Desenvolvimento Regional, Marcus Wielewski; pelo coordenador do curso de Medicina Veterinária, Paulo Roberto Nunes de Góes; e pela acadêmica de Fisioterapia, Gilvana Miscalo Charallo.

A coordenadora de Projetos Integradores, Patrícia Carvalho, explicou que os trabalhos poderão se transformar em produtos ou serviços. “Contamos com parceria da Incubadora Tecnológica e estamos implantando a Empresa Júnior da Fatec para apoiar o processo”, informou.

Helinho Lins destacou a responsabilidade de participar da avaliação e o potencial das propostas apresentadas. “As propostas têm potencial para avançar além do ambiente acadêmico. A Fatec Ivaiporã forma profissionais preparados para inovar e empreender”, afirmou.

Para Marcus Wielewski, os projetos demonstraram criatividade e compromisso com problemas da sociedade. “A Rodada de Negócios mostrou que muitas ideias podem contribuir para o desenvolvimento regional”, observou.

O primeiro lugar, com prêmio de R$ 1.500, ficou com o curso de Ciências Contábeis, que desenvolveu uma plataforma de controle financeiro voltada para caminhoneiros.

O segundo lugar, premiado com R$ 750, foi conquistado pelo curso de Fisioterapia, com o projeto Placa Multifuncional Fisioterapêutica, desenvolvido para auxiliar processos de reabilitação.

Já o terceiro lugar, que recebeu R$ 500, ficou com o projeto Folha Viva, do curso de Agronomia, que desenvolveu um fungicida natural à base de alho para o manejo preventivo de doenças no tomateiro.

Segundo Fábio Costa, cada projeto apresentado tem impacto na vida de alguém. “Nesta etapa, identificamos aqueles que, além do resultado, demonstram potencial para evoluir e chegar ao mercado”, explicou o diretor, parabenizando os acadêmicos pelo desempenho.

Fonte: Assessoria

Edição: Canal HP

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