O corpo de Débora foi encontrado no dia 21 de julho, às margens do Rio Barra Grande, em São Carlos, no Oeste catarinense. O carro da vítima estava submerso no rio.
Inicialmente, o caso era tratado como acidente. No entanto, conforme a Polícia Civil, o laudo pericial apontou que a causa da morte era incompatível com a queda do veículo na água.
Segundo o delegado Cláudio Vieira, Débora teria sido asfixiada dentro de uma residência, em Xaxim, pelo ex-companheiro, com quem manteve um relacionamento por aproximadamente 12 anos.
A investigação aponta que os dois filhos do casal, de oito e dois anos, estavam na casa no momento do crime.
Após a morte, o suspeito teria colocado o corpo no carro e contado com a ajuda do próprio pai para levar o veículo até São Carlos. O automóvel teria sido lançado de uma ponte para simular um acidente.
Ainda de acordo com a polícia, o ex-companheiro procurou a delegacia pouco antes da localização do corpo e registrou o desaparecimento da jovem, afirmando que ela poderia ter sofrido um acidente ou tirado a própria vida.
A principal motivação investigada é a não aceitação do fim do relacionamento e do novo envolvimento amoroso da vítima.
Os dois suspeitos permanecem presos. O caso é investigado como feminicídio.
Fonte: g1 e NH Notícias
Edição: Canal HP

