Segundo o parlamentar, a suspeita surgiu após a bomba registrar 80,5 litros durante o abastecimento de sua caminhonete, embora o tanque do veículo tenha capacidade informada de 80 litros.
Artagão afirmou ainda que foi realizado um teste de aferição no equipamento. Conforme o relato, foram necessários 2,44 litros adicionais para que a bomba atingisse a marca correspondente a 20 litros, situação que levantou questionamentos sobre a medição do combustível.
Diante do caso, o deputado acionou a polícia e registrou um boletim de ocorrência.
Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa, Artagão defendeu que o caso seja fiscalizado e que, caso alguma irregularidade seja comprovada, sejam adotadas as medidas e responsabilizações previstas.
“O consumidor paranaense não pode continuar sendo lesado”, declarou o parlamentar.
Até o momento, os fatos relatados pelo deputado representam uma suspeita de irregularidade, que depende de fiscalização e apuração pelos órgãos competentes.


