Durante a semana do Dia do Professor, docentes da Fatec Ivaiporã participaram de momentos de confraternização e compartilharam os motivos que os levam a manter a rotina de trabalho na instituição.
O diretor acadêmico Roni Ferreira organizou cafés na sala dos professores em diferentes horários, buscando reunir profissionais que, devido à rotina de aulas, nem sempre conseguem se encontrar.
Entre os docentes está Milene Bobato, que há cerca de três anos se desloca de segunda a sexta-feira entre Maringá e Ivaiporã para lecionar em seis cursos da Fatec: Medicina, Medicina Veterinária, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia e Pedagogia.
Mesmo tendo oportunidades profissionais em Maringá, onde reside, a professora afirma que opta por continuar atuando em Ivaiporã devido à relação construída com os estudantes e ao suporte recebido na instituição.
“Na minha decisão, pesam o relacionamento com os estudantes e o apoio que recebo da equipe pedagógica e da direção. Além disso, sou muito acolhida em qualquer dificuldade”, afirmou Milene.
O deslocamento entre Maringá e Ivaiporã também faz parte da rotina do professor de Direito João Alexandre Menegassi, que pretende ampliar sua participação na instituição no próximo semestre.
Ele começou a lecionar na Fatec após indicação da coordenadora do curso de Direito, Pollyana Ferreti. Atualmente, ministra a disciplina de Prática Simulada de Processo Constitucional.
“Os alunos são interessados e a equipe pedagógica nos acolhe muito bem”, destacou João Menegassi.
Preparação dos alunos antes das aulas
A professora de Fisioterapia Maria Carolina Schmitz, natural de São Paulo e residente em Ivaiporã, também falou sobre sua experiência em sala de aula.
Segundo ela, o ensino está diretamente ligado ao cuidado com o paciente, e entre os pontos trabalhados com os acadêmicos estão a empatia, a atenção à pessoa e a escolha adequada do tratamento.
Maria Carolina costuma encaminhar os materiais antecipadamente para que os alunos cheguem às aulas preparados para discutir o conteúdo.
“Depois do desafio de trabalhar com a sala de aula invertida, passei a gostar da expectativa de descobrir o que a turma compreendeu e quais dúvidas surgiram durante a leitura”, contou.
A professora também destacou o suporte oferecido pela coordenação e pela equipe técnica diante das demandas do cotidiano acadêmico.
O diretor acadêmico Roni Ferreira ressaltou que a experiência profissional dos professores contribui para aproximar os conteúdos teóricos da realidade encontrada no mercado de trabalho.
“O professor compartilha experiências pessoais e profissionais, servindo de exemplo para os acadêmicos entenderem que a vida é feita de sacrifícios e vitórias. Por isso, é possível ser um profissional de excelência na área que escolheram”, afirmou.





