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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Fatec Ivaiporã realiza II Ciclo de Formação Médica e intensifica prática dos acadêmicos














A Fatec Ivaiporã realizou o II Ciclo de Formação Médica voltado à prática clínica, envolvendo a simulação de situações da rotina hospitalar – tais como pequenas cirurgias, manejo de feridas, acesso venoso e interpretação de exames.



O II Ciclo de Formação Médica é realizado nesta segunda e terça-feira, dias 4 e 5 maio, nos laboratórios de Morfologia, Habilidades Clínicas, Microbiologia, Fisioterapia, Simulações Realísticas e no Centro Cirúrgico. Ao circular por estes espaços, os acadêmicos entraram em contato com procedimentos que fazem parte do dia a dia da profissão e passaram a compreender como a teoria se materializa no atendimento ao paciente.

Na Oficina de Contracepção, a professora Ana Beatriz Damiani Ferreira explicou que o objetivo foi aproximar o aluno da execução dos métodos. “Trabalhamos com discussão de casos clínicos e com a prática da inserção de DIU e Implanon. Usamos o mamão como simulador do útero, o que permite treinar a técnica e verificar se o procedimento foi realizado corretamente”, contou.

 

Contexto do paciente

Na área de Interpretação de Exames, a professora Amanda Monteiro Bonancéa citou a importância de ir além dos valores de referência. “O acadêmico precisa entender o contexto do paciente. Um exame não pode ser analisado isoladamente”, explicou. Durante a atividade, os acadêmicos trabalharam com laudos reais, discutindo variações e significados clínicos. “A creatinina de um idoso, por exemplo, pode parecer normal, mas indicar alteração quando se considera a baixa massa muscular. É esse tipo de leitura que buscamos desenvolver”, acrescentou Amanda Bonancéa.

Quanto às Pequenas Cirurgias, o professor Rodrigo Trindade conduziu a prática com simulações que reproduzem atendimentos da Atenção Primária. “São pequenos procedimentos ambulatoriais que fazem parte da rotina. Usamos coxa de frango e língua bovina para treinar suturas e simular cistos e lipomas”, informou Rodrigo Trindade observando que este tipo de habilidade, às vezes, seria executado em etapas mais avançadas da formação.

Na Oficina de Feridas, o enfermeiro Murilo Venâncio Gaiowski trabalhou técnicas de desbridamento com uso de simuladores. “Os acadêmicos aprendem a fazer o procedimento de forma instrumental, treinando a técnica antes de ter contato com o paciente, e muitos começam a se interessar por tratamento de lesões crônicas e pé diabético a partir destas simulações”, disse o enfermeiro.

 

Contato com materiais

A estomaterapeuta Janaína de Oliveira Barbosa Simões complementou contando que o contato com os materiais faz diferença na aprendizagem. “Além da teoria, mostro como avaliar a ferida e quais tecnologias utilizar no tratamento. Ver e fazer muda completamente a compreensão”, garantiu Janaína Simões.

Na área de Emergências Ortopédicas, o coordenador de Fisioterapia, José Henrique Cid Brito, conduziu a oficina com foco na tomada de decisão. “Os acadêmicos aprendem a avaliar o trauma, identificar pontos críticos e conduzir o atendimento com segurança”. Segundo José Brito, a prática também ajuda definir caminhos profissionais.

O coordenador-adjunto do curso de Medicina, João Felipe Marques, conduziu a Oficina Acesso Venoso e informou que o II Ciclo de Formação Médica foi pensado para tirar o acadêmico da dinâmica tradicional de sala de aula. “Cada oficina também promove integração entre turmas e docentes – além de contar com a parceria da Secretaria Municipal de Saúde, permitindo a participação de profissionais da rede pública”, contou.

Bruno Maschio Neto, que é coordenador do curso de Medicina, definiu que o grande diferencial do II Ciclo de Formação Médica é que rompe com o modelo passivo de ensino e coloca o aluno no centro da prática. “O acadêmico vivencia a Medicina. São atividades intencionalmente práticas, que desenvolvem habilidades técnicas, raciocínio clínico, tomada de decisão e a segurança no cuidado com o paciente”.

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